Fotografia marginal de um bloco de carnaval

Carnabonde 2014 – Santos-SP
Daquilo que eu espero trazer no cartão, ou o motivo de eu estar ali, sempre tem aquilo que não dá pra deixar pra traz, mesmo não fazendo parte do trabalho. Chamo de fotografia marginal.

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uma nova relação

O tempo passa e a gente não aprende mesmo. Já tinha ouvido falar dela, já tinha lido sobre ela, e o sentimento sem justificativa foi crescendo de forma irracional, sem uma razão clara. O único argumento é que eu precisava desse tipo de companhia. Quando ela chegou, nos estranhamos um pouco. Da minha parte havia uma atração física muito grande. Mas a diferença de mundos logo ficou clara. Comecei a me sentir meio coroa, meio careta, meio antiquado para as idéias de tão jovem e moderninha que era, mas que só aparentava certa maturidade e elegância.

Mas como o encontro fora tão esperado e planejado, não podíamos nos dar ao luxo de simplesmente desistir e não continuar tentando. Acho que no fundo, foi mais difícil pra ela se acostumar comigo do que eu com ela.

Mas hoje saímos no final da tarde pra caminhar na praia. Sem compromisso. Acho que o entardecer ajudou na química. Acho que rolou. Eu e minha nova camerazinha de bolso, hoje nos entendemos bem melhor. É, acho que eu e ela podemos ser bons companheiros, com ela 24 horas por dia na minha mochila, no painel do carro, sempre a mão. Minha nova ferramenta de brincar de fotografia.